domingo, 31 de maio de 2009

Desejo muito a ti!

Minha feiticeira...
só respondo agora para não demorar tanto! ;)
Pois louco quero te encontrar.
Mas o tempo ainda se faz pouco
Pra escrever... declarar.. e....
Em versos te amar...
Me espere, não me abandone
O que houve em nós não tem explicação
Sou como um vaga-lume onde sua luz aparece e some.
Mas desejo estar sempre... em teu coração.


Do teu mago!



Verso mago para uma Lua linda!

Lua amando...

Não me acorda...

Não me conta que o dia já chegou.

Deixa que eu fique

tonta

deixe que eu mire tua cor.

Não me avisa do destino

que eu te perco meu menino...

SILÊNCIO!

Lua sonhando

o sonho do seu amor.



Reativando as luzes!

Mark...
Sorriso na face quando ON Mark se tornou...
Mas o ON, mesmo ON, estava OFF.
Estranhas emoções, te senti distante ontem.
Respeitei seu silêncio e continue meus passeios.
Nunca vou contra minhas sensações, pois sempre me ferro quando assim o faço.
O que eu sentia não era o mesmo que você.
Sem cobrança,mas tbém sem mentiras.
Quando resolvi ver o porque de minhas emoções estranhas,
apesar de saber que não deveria ir.
Pelado te vejo numa praia, com algumas pessoas distantes, mas presentes ali.
Não era o MAGO que me encantava, não era o lugar que me sentiria bem.
Não era a visão que queria ter, nem as sensações que despertou em mim.
Estava invadindo um lugar que não poderia tocar minha alma.
Não pelo cenário, lindissimo,mas pela energia que ali estava impregnada.
E o Universo, cúmplice meu ,irrestrito, providenciou sua interferência.
Quando desci o penhasco, lugar estranho, cheio de carnes, energia ruim.
Você caiu e me senti desprotegida.
Mas o MAR me abraçou e me levou, não sei para onde, mergulhei.
Abrigada pelas ondas eu estava e sob as águas me refugiei.
Avisos tinham vindo de um local(MAR) que conhece bem sua energia ...
A luz(RL) aqui apagou e tudo se fez trevas.
Entendi o aviso e me retirei de cena no SL
Hoje acordei em paz.
Sem densidade...
Saudade ou lembrança...
Sem dor ou esperança...
Sem adeus ou partida...
Apenas um vazio que predomina...
Um silêncio que domina...
Cala a fala não dita...
Não faz eco do pranto seco...
Apenas o arredio vazio...
e ninguém para velar a pena morta sobre o último verso...
ou abrir as janelas e arejar o peito fechado...
Delirei? Quem nunca delirou?
Errei? Quem nunca errou?
O amanhã? Deixo pra ver quando você se tornar presente ou ausente. Não sei.
Luara