quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Uma viajem... ETERNA!


Huumm...
ô viajenzinha longa sô! rs...
Minha delicia, meu amor, meu motivo de viver e ao mesmo tempo... minha dor!
Nossa quanta saudade, quanta falta que tu me faz! Só "num tá" mais ruim porque esse troço de "internete" nos permite ao menos mandar uns "imeizins" rs... uns "postcardzins" o celular é nossa válvula de escape.. nos deixa ler os "pensamentozins"! rs...

Mas eu quero mais minha deusa! Eu quero você! Eu quero poder namorar você, e tu me faz falta pra caramba! Nossa como eu queria tá pelos "igarapérr" com "vosmicê"! Como eu queria tá pelas cataratas e pelas praias ao teu lado! Te pegar de jeito por essas noites enluaradas, te jogar na areia e te fazer feliz toda melada!

Mas meu peito é cheio de esperança. So ém ver teu nome Andarta, o "Pre" já se euforia todo! fica que nem um adolescente doido pra entrar na " pro"! rs...
Eu tenho certeza que nossa hora vai chegar, e quando esse momento vier à tona... Ninguem vai nos segurar, sou teu, sim sou teu... Só espero a oportunidade de cair deitado no teu cole e sentir tua mão pela minha cabeça me fazendo um "cafunézin"!
Te amo, te amo, te amo!
Ninguém me impede ese sentimento!
Sou teu, és minha, vamos regar, fazer crescer, e florescer o nosso mágico momento!

De coração ... Mark!
......................................................................................................................................................

Essa postagem logo abaixo era para ser editada faz tempo...
Mas eu não havia percebido.
Hj meu amor, que vi que já estava pronta... Agora vai!

e Vai mais um dos poemas que escrevestes para mim:
"Querido Mar
Foi com imensa alegria que li seu poema
Foi com intensa emoção que me senti nele
E com a alegria que o guardo dentro de mim
Registro o que senti ontem, de forma gostosa dentro do meu eu interior

É com alegria que o guardo dentro de mim.
Registro o que senti ontem, de forma gostosa dentro do meu eu interior que teima em se revelar.


Um domingo agosto de 2008

Conversas inusitadas em mim dão conta a tua falta
Da tua, e de todas as tuas coisas de que jamais sonhei sofrer ausência.
Procuro teu jeito non sense, aquele pueril carinho e tudo o que, em mim, estas coisas suscitaram.
Não foram muitos os sonhos que em ti depositei.
Mas foram tantos desejos...
Viajamos juntos.
Juntos adentramos parques, escadarias, outonos, pradarias.
Sonoras canções...
E era bem leve a tua mão.
A mim era tão fácil ser do teu jeito.
Não saber do tempo passado de tantos afazeres, nada me atormentava.
Então, por quê minha letra ainda te procura?
Por quê (e eu sei que você não sabe) essa letra obscura teima em te esperar?
De uma forma amena e feliz.
Então nessa semana que se inicia digo:
Fecha as cortinas do teus olhos e diz pra mim uma lenda.
Fala-me de catar conchas, de fogueiras à beira-mar...
Fecha as cortinas dos teus olhos e me conta, lentamente, do teu modo de amar.
Fecha as cortinas dos teus olhos e me conta das estrelas que visitastes, dos muros que pintastes com tua imaginação...
Fecha as cortinas... E me abraça...
Como no teu sonho do outro verão.
Quero te dizer e te ouvir...
Saber dos cais por onde passastes, dos campos em flor...
Saber das colinas, das relvas, dos povoados...
Deixa que eu feche as cortinas dos olhos teus...
Que beije a ti...
E desvende os teus mais doces mistérios.
Deixa que descerre o pano dos teus sonhos...
E murmure para tua alma.
Linda semana a ti, meu MAGO!"

Luara.

Nenhum comentário: